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Aventuras de um português na Alemanha

Viagem pelo maravilhoso mundo do empreendedorismo Americano

Três cidades... muitas start-ups... e dólares a voar. Chicago, São Francisco e Nova York foram os destinos da minha aventura pelo maravilhoso mundo do empreendedorismo americano. Partindo da Alemanha juntamente com o Lionel, um outro empreendedor Alemão, juntámo-nos a um grupo de empreendedores israelitas (Zell) em terras do Tio Sam.

CHICAGO (31 de Maio a 4 de Junho)

Fazendo uma pequena escala em Detroit, este foi o primeiro destino da viagem. Chicago, em tempos terra de Gangsters, surpreendeu-me imediatamente positivamente pela sua beleza arquitetónica e austeridade nos seus arranha-céus.

Primeiros dias de visita incluiram conversa informal e apresentação com Sam Zell, o fundador do programa Zell e um dos homens mais ricos dos EUA na Kellog School of Management. Seguidamente tivemos palestras de professores da Northwestern University, incluindo casos de estudo da estratégia recente da McDonalds e do Professor e Neurocientista Moran Cerf que, de forma magistral, mostrou-nos o que se faz de momento na medicina Americana para compreender e tentar manipular o cérebro (para o bem... e para o mal). Nota para o fato de ele trabalhar de momento em research com a Google e o Facebook (medo...). No final do segudo dia tivemos o prazer de assistir a uma conferência com John Chanbers, CEO da Cisco. Frase a reter "Em 10 anos todas as empresas no mundo serão tecnológicas" - uma referência à Internet of Things.

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SÃO FRANCISCO (4  a 9 de Junho)

Voando durante 5 horas, a Califórnia, na costa Oeste, foi o nosso segundo destino. Acabádos de aterrar, apanhámos diretamente um shuttle para Palo Alto em direção à Google, no meio de um calor enorme. De todas as empresas que visitámos, esta era de longe a mais impressionante pela dimensão. Muitos edifiícios espalhados por Palo Alto, trabalhadores a jogarem beach volley no centro do campus sem t-shirt e com biquinis, piscinas para relaxar nos jardins, e uma cantina com pelo menos 6 restaurantes foi o que primeiro saltou à vista. No meio de muitos nerds, tivemos possibilidade de ver alguns dos principais icons da empresa dona do Android, Street view e companhia. Curiosidades: a Google passou há pouco a pagar um salário maior a quem faz desporto: sim, não paga meramente o ginásio, compensa sim com maior salário... Igualmente, sabiam que a Google está no local onde antes esteve a Adobe? E que o nome acrobat reader surgiu por causa de umas estátuas de acrobatas em frente à janela do fundador da empresa?

Logo a seguir vistámos e conversámos com uma das partners da Venture Capital DFJ, que tem ou teve em portfólio entre outros a Box, Skype, Uber e Baidu. Aqui começou o meu primeiro contacto com os milhões (e biliões) do maravilhoso mundo das start-ups americanas. Final do dia ainda apresentação do Farol City Guides perante o Tech Aviv e visita à start-up Beepi, uma plataforma de revenda de carros que já vai na segunda ronda de investimento (mais de 30 mio. no total até agora).

Outro dia, mais uma carrada de empresas. Com um calor cada vez maior, fomos recebidos na Uber pela COO da empresa. Extraordinária a forma como eles querem desenvolver o seu modelo de negócio ameaçando mercados impensáveis: para alem dos taxis, há também entrega de comida, e outros mais exóticos, como o aluguer por alguns minutos de "gatinhos abandonados", que podem ficar com a pessoa, se ela gostar. A Uber foi criada já a pensar nos confrontos com o status-quo, não tivesse o fundador anterior experência numa start-up que teve casos de justiça igualmente. Curiosidade, o primeiro caso da Uber ocorreu logo 10 meses após a fundação (impensável na Europa...). A equipa legal da empresa é bastante grande. Honeybook, StubHub foram os restantes destinos.

O fim de semana foi livre. Descobrir a cidade de bicicleta foi nosso objetivo. 45Km, atravessando a ponte Gonden Gate (maior e mais ventosa do que a 25 de Abril), foram 2 dias de descanso entre visitas e festa.

Segunda-feira, dia de Facebook. Com instalações a lembrar um cenário das filmagens das telenovela, não falta lá nada aos trabalhadores. Tudo em open-space. No entanto, a conversa com um senior managers permitiu perceber que eles na verdade receiam a liderança futura da empresa no mercado, em termos de competitividade e novos produtos. A ver vamos se foi apenas sensação. Após Facebook, tempo para ensino: Stanford University... um sonho!

Palantir (a segunda start-up fora de bolsa mais valiosa do mundo, a seguir à Uber) mostrou-nos o que o cybersecurity nos prepara no futuro. A Gogobot foi o destino seguinte (aos 3 meses de existência já tinham 4 milhões no bolso - sem produto nem mercado - e entretanto já conseguiram mais 2 rondas de 10 e 14 milhões... pinuts, começei eu nesse momento a pensar)

Airbnb é o mundo das viagens, de tal forma que as salas de reuniões são réplicas de quartos e casas de pessoas que por todo o mundo recebem os milhões de viajantes que alugam o seu cantinho para estadia. Uma visita de encher o olho, mas com pouco entusiasmo na minha perspetiva. Depois a aceleradora de empresas Y Combinator e a TechShop foram as últimas paragens na costa Oeste. Nesta última construímos os nossos próprios robots de guerra e fizemos uma competição entre as equipas (a minha foi até às meias finais, falhámos num pequeno detalhe de fisica! E eu detesto perder...).

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 NOVA YORK (10 a 14 de Junho)

O jetlag começou a pesar nesta viagem finalmente. Depois de -6 horas em Chicago e -9 em S. Francisco, a viagem noturna para Nova York fez o relógio andar 4 horas para frente de forma mortal para mim :). Contando com as poucas horas dormidas durante os 10 dias anteriores, muitos km no pelo e as imensas festas, o meu relógio biológico começou a ficar sem pilhas. O nosso hostel ficava no central Park 63 West St. (viva o luxo). Aterrados às 6 da manhã hora local, tivemos de sofrer até ao checkin as 14:30. Valeu o Starbucks e os bancos do central Park.

As start-ups dos milhões continuaram, mas aqui numa versão mais cosmopolita e refinada, não estivessemos nós na Big Apple. E aqui o mundo dos engravatados mostrou que o dinheiro voa em Manhatan. Outbrain, Interlude e Spark Capital foram as visitas empresariais. Mas o melhor estava para chegar: uma visita exclusiva a Wall Street ao NYSE, onde tivemos o privilégio de assistir ao vivo a um IPO e ao tocar do sino. Pude estar tete-a-tete em direto com a CNBC e estar lado a lado com os traders - um sonho! Parte da tarde, foi a vez da Siverstein Properties. Para quem não sabe, são a maior imobiliária de NY e os donos do World Trade Centre. Foram eles que venderam 6 semanas antes do 11 de Setembro as torres gémeas (coincidência?). O marido da filha do dono levou-nos ao mundo dos milionários mundiais. Visitámos um dos apartamentos modelo da torre 4 do WTC, em que o T2 mais barato custa uns meros 4 milhões de dólares... Tempo ainda para ver o memorial do 9/11 e uma vista priveligiada do andar 53 da torre do WTC. A cereja em cima do bolo... jantar no apartamento da Edit Harel, com o Empire State Building e a Fredom Tower em background. (Na sala uma cópia do "Girassóis" de Van Gogh, só para se ter ideia da luxúria desta cidade).

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FAXIT

A realidade de empreendedorismo nos EUA é um mundo à parte. A Europa está a biliões de anos luz do que se passa lá, a mesma distância que o dinheiro (e falamos de muito dinheiro...) permite. O mundo das empresas aqui jorra dólares, não se sabendo bem de onde ele vem. Financiar uma start-up é quase tão simples como encontrar um pastel de nata num café em Portugal. As start-ups aqui focam-se no produto. Os clientes vêm muitas vezes através dos contactos dos investidores. Investidores esses que raramente poe menos de 4 milhões como primeira ronda, muitas vezes sem qualquer produto nem teste. Os empreendedores nos EUA também são diferentes, mais arriscados, dispostos a alterar em 180 graus o modelo de negócios em poucos meses, até encontrar aquele que pode singrar. Mas à mesma velocidade podem ser despedidos pelos investidores, e bye-bye fundadores... E por mais que muitos o digam lá, a bolha está lá. O princípio é maximizar a valorização das start-ups e depois despejá-las no NASDAQ. Sem modelos sustentáveis, a capitalização das mesmas nada tem a haver com as contas nem o futuro previsível. É assim o maravilhoso mundo das start-ups em terras do Tio Sam.

Aprendi imenso nestes 14 dias em termos de como fazer negócios, numa agenda muito preenchida, conheci pessoas inspiradoras, contactei com alguns milionários, e com alguma futilidade também. E muita festa... muiiiita loucura em 14 dias mal dormidos. Com quase tudo pago, graças a uma pessoa excecional: Liat Aaronson.

Uma experiência espetacular, onde muito ficou por dizer, e cujas memórias não irei esquecer tão cedo.

 

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Seis dias no Médio Oriente

Se há quem lhe chame o segundo Silicon Valley, a verdade é que Tel-Aviv é realmente uma cidade de start-ups, empreendedores e de dinheiro. A pretexto do evento DLD e o TEDx IDC estive com o Lionel (outro empreendedor) em Israel.

 

Dia 1: 30 graus em Novembro, ambiente de Flórida. Primeiro dia da DLD, depois de aterrarmos às 03:50, dormir 2 horas e partir para o evento. Bem recebidos por toda a gente!

 

Dia 2: DLD, networking entre start-ups e cerveja na praia ao fim do dia.


Dia 3: Escapadinha de 5 horas a Jerusalém. Por entre metralhadoras e "Halva", descobrimos uma cidade cheia de história e bela. Pena não haver ainda o Farol Jerusalém (ainda ;) ). Cidade a não perder, com mercados e lojas muito tradicionais. PS: os judeus são mesmo pessoas para negócios, estão lá para isso e muito pouca conversa ou piadas durante as compras: leva ou siga...


Dia 4: Sexta-feira foi dia para praia, jogging e ginásio na praia. Estávamos a 1 minuto da praia. Com temperaturas a rondar os 28-30 graus, isto é o verão em Portuga e pico do verão na Alemanha. Qualidade de vida, tenho a dizer. Os preços dos serviços é caro: 1 cerveja custa 6 euros!!

 

Dia 5: Pequeno almoço na praia (que vida...), e aproveitar para conhecer a cidade. O sábado em Israel é o nosso domingo, isto é, é o dia de descanso. E assim fizemos também. Tel-Aviv não pára, e à noite a animação é imensa, com festas para todos os gostos e bolsos.


Dia 6: Back to work... Participámos no TEDx IDC e mais uma vez fizemos networking. Na madrugada seguinte de volta à Alemanha, sendo escoltado literalmente pelos seguranças do aeroporto! Este pessoal não brinca em serviço.


FAZIT: Fiquei positivamente surpreendido pela simplicidade, simpatia e abertura dos Israelitas. Embora um país tradicional, Tel-Aviv é uma cidade aberta ao mundo, a inovação e a novos projetos. Na cidade "cheira" a dinheiro. Arranha-céus, investidores que arriscam em novas ideias, trazem muito dinheiro e clientes. O empreendedor foca-se no produto.  A Europa está ainda a léguas de distância no apoio a start-ups...

No leste Europeu profundo

Aproveitei uma viagem da LatitudeN à Bulgária para visitar a Cidade de Sofia. Será este um destino próximo do Farol City Guides?

 

Eu, a fonte e o frio

Monumentalidade da catedral de Nevski

Ao fundo as montanhas a sul de Sofia, já com neve

 

 

A Bulgaria e sua capital ainda representam o que é um ambiente do tempo da União Soviética. Edifícios imponentes, muito degradados e trânsito caótico. E ao sair da cidade, vê-se de imediato uma paisagem com estradas em mau estado, pobreza, mas ao mesmo tempo uma simplicidade e simpatia das pessoas que fazem lembrar os caminhos do Portugal profundo na década de 80.

Bruno em Brno

Aproveitando uma viagem em trabalho pela LatitudeN, dei um giro pela cidade Checa que se inspirou na minha pessoa para o seu nome ;)

O frio típico da época, o espírito natalício, e a arquitetura e os elétricos (a fazerm lembrar-me a Polónia) puseram-me nostálgico. Gostei!

Mercado de Natal na praça Svopody, em Brno

Bamberg - Património Mundial

Na Alemanha existem alguns locais que admiram pela Beleza. Bamberg, situada na Baviera, com uma população de 70.000 habitantes (metade da população de Darmstadt) e Património da Humanidade, sobreviveu quase intacta aos bombardeamentos da II Guerra Mundial.

Por incrível que pareça, não são muitos os turistas que por aqui andam, o que acresce ainda mais encanto a Bamberg. Talvez uma das razões sejam as 3 horas que demorei a lá chegar, de comboio.

 

A cidade é apelidade de "Klein Venedig"

...até as gondolas lá estão (um bocado parolo, não?)

 

a Carmen após comer e...beber umas jecas típicas...

 

O astronauta, a secretária e o boss

 

Fim da tarde - Aschafenburg Hauptbahnhof

 

 

Mind the Gap

Vou começar pelo princípio... Os ingleses efectivamente têm medo de atentados. Passei duas vezes pelo detector de metais, tive de tirar as botas em duas ocasiões e por fim embarcar numa porta exclusiva para alguns voos... Isto tudo na partida.

Agora Londres. Grande cidade, aliás, enorme. Não se descobre o fim. Outro facto. A rede de metro é mais antiga que sei lá e bastante desleixada. Terceiro facto: viver em Londres é fogo... Pagar 40 euros por um jantar não é coisa do outro mundo lá. E eu paguei...

A cidade: grande, cosmopolita e cheia de ferraris e bons carros. As pessoas que lá se encontram são dos mais diversos países e religiões.

Agora os motivos da viagem. Fui ter com o Cunha (amigo de longa data) e voltei a reencontrar a Adelaide e a Andrea (aventura da semana passada). Estivemos lá no fim de semana, a dormir num apartamento mesmo à frente da torre de Londres (mais central era impossível).  Visitámos alguns pontos turísticos, mas não deu tempo para ver nem metade. Andámos bastante pela cidade e estivémos também nos bem conhecidos bairros de Notting Hill, chelsea e no Soho.

Conclusões de Londres: Pessoalmente, e ao contrário de milhões de pessoas em todo o mundo e grande parte das pessoas que conheço, não é cidade que eu gostasse de viver muito tempo. Tem bastante oferta, mas a verdade é que para mim está tudo demasiado afastado. Tem do melhor que pode existir, mas prefiro o meu Porto...

vista da casa onde fiquei, a ver a Tower bidge e a London Tower

os quatro "Amici"

arte na rua

Ainda fiz uma visita de médico no último dia (a caminho do aerporto) à Xana, colega do InovContacto 10, que está em Londres a trabalhar no ICEP. Estive em casa dela, uma casa muito porreira. Foi bom revê-la.

Última impressão: Heathrow. Desiludiu estar no aeroporto mais movimentado da Europa e ser tão condensado, com tectos de 2,5metros em muitas zonas. Precisa de uma remodelação. Dormi lá na última noite, pois tinha vôo ás 6 da manhã e a essa hora só há duas hipóteses de ligação à cidade: autocarro, a demorar 2 horas, ou então taxi, a pagar 40 euros. A decisão foi fácil de tomar.

Foi um fim de semana bem passado com amigos, que valeu bem a pena.

 

Em terra de portugueses

Na última semana resolvemos dar um salto ao Luxemburgo visitar a miss Pimpão. Achavam que era proeza dar a volta ao mundo em 80 dias? Pois bem, eu dei a volta ao Luxemburgo em 2 dias. País pacato, onde se ganha muito e se gasta também muito. A capital do país parece um portugal em miniatura. Cheia de reataurantes e cafés portugueses e também de pessoas nas ruas a falar a língua de Camões. Também não espanta. 30% da força de trabalho desse país é lusa. Será que não deviamos fazer do Luxemburgo uma colónia portuguesa?

eu na cidade do Luxemburgo

A hospitalidade da Sara foi 5 estrelas, e foi um fim de semana bem passado. Quanto à cidade do Luxemburgo, bem, é engraçada, mas não o suficiente para ser uma capital europeia.

No domingo, para acabar o fim de semana em beleza, encontro nas ruas da cidade a TFFEP (Tuna feminina da Faculdade de Economia do Porto), a minha faculdade, a actuar para os turistas e curiosos que passavam na rua. E ainda encontrei um colega de curso. Afinal não é só o Luxemburgo que é pequeno. O mundo também...

Força FEP...

No regresso a casa ainda descobrimos parte da Alemanha profunda. Não é que o quisessemos fazer, mas enganámo-nos no caminho e fomos dar uma grande volta (passámos até pelo café do Barbosa). A sorte é que tinha ao meu lado dois experienciados co-pilotos, que pensavam que o carro conseguia saltar rios.

Buon giorno, Roma

Definitivamente o Coliseu mereceu ser eleito uma das 7 novas maravilhas do mundo, não apenas pelo edifício em si, mas por tudo que representa. Uma civilização que soube inovar e que construiu coisas incríveis em Roma.

Este era um dos destinos que planeava há algum tempo e este fim de semana estive lá com mais 3 amigos. Começando pelo Vaticano, onde estivemos várias horas (na fila lá fora e lá dentro a visitar), deu para tirar uma ideia do belo que Roma é. Grandes monumentos, grandes vistas e muitos turistas.

Julgo nunca ter andado tanto em tão pouco tempo, pois o sistema de transportes em Roma não é dos melhores. Mais isso não impediu de nos 4 dias termos visitado a cidade toda. Estive na capela Sistina, Coliseu e no antigo forum Romano, bem como na Piazza di Trevi, famosa pela sua fonte.

Fontana di Trevi

Coliseu

Forum Romano

Ficámos de rastos durante a viagem, tal era o calor e os km nas pernas. Mas valeu muito a pena. Roma é definitivamente um dos TOP5 destinos a visitar.

Pelo meio ainda estivemos no concerto dos Genesis, último da digressão na Europa.

a caminho do nosso "Bed & Breakfast"

Roma ficará ainda na minha memória como o local onde paguei mais por uma cerveja. 16 euros por 1 litro desse maravilhoso líquido. Foi na praça Navona...

 

Em terra de Bávaros

Durante 3 dias estive em Munique e tenho a dizer que é uma cidade que vale a pena visitar. Começámos pelo centro histórico e inivitavelmente pela Marienplatz, a praça central da cidade.

Visitámos o Deutsches Museum, um museu de ciência e tecnologia dos maiores da europa. Não tivemos tempo em 3 horas de ver tudo, e tinha lá de tudo relacionado com ciência e tecnologia.

No segundo dia passei na sede da Bayerisch Motoren Werke (BMW) e no estádio do Bayern de Munique, o Allianz Arena.Visitámos igualmente o OlympicPark, o local onde decorreram os Jogos Olímpicos em 1972. E tenho a dizer que é um local magnífico. Adorei.

Andámos 40km de bicicleta nesse dia, sendo que passámos um bom tempo no English Garten.

A cerveja e a weisswurst foram coisas que nos acompanharam durante os 3 dias de estadia na capital Bávara.

a Câmara Municipal

O parque Olímpico

A sede da BMW e ao fundo o Allianz arena

 

Ainda tivemos tempo para fazer uma partida de xadrez, que acabou abruptamente num empate.

Ah bom, ahhh

Quatro amigos, um carro, um destino...Suíça. 

 

Foram dias em que pudémos ver de perto...

 

 paisagens relaxantes 

 

Cidades de sonho

 

 

E conviver em boa companhia...

 

De certeza um destino a repetir.

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