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Aventuras de um português na Alemanha

Males que vêm por bem

O preço do petróleo a 50 euros o barril já é história. A partir de agora o mundo vai ter de aprender a usar esta matéria-prima de forma mais racional e encontrar alternativas. Podemos de certa forma dizer que há males que vêm por bem. Estamosnão muito longe de uma recessão internacional, e de grandes dificuldades principalmente para os mais pobres, pois quase tudo neste mundo depende, directa ou indirecta, do uso do petróleo.

Mas este tem também sido o grande responsável pelo aquecimento global. E se os políticos pouco ou nada têm feito até agora em alterar o status quo, aí está o mercado, puro e duro, a substitui-los.

Muita gente reclama dos preços da gasolina... Claro que muitos deles são os barrigudos que deixam de ter dinheiro para passear na Foz do Douro ao domingo de carro, ou ir até à porta do emprego com o mesmo. Amigos, não vale a pena andar a fazer greves à Galp ou Repsol. Estes são apenas o final de uma cadeia de valor altamente inflacionada.

Está sim na altura de mudarmos de hábitos: usar transportes públicos, partilhar veículos, andar de bicicleta, andar a pé. Nada melhor que a gasolina a 2 euros para isso acontecer...

Aí está um aspecto positivo da crise. Mas, é fundamental que os Governos acompanhem esse movimento e melhorem os serviços públicos rapidamente, para darem condições às pessoas para os usaram de forma eficiente. Há que ter pensamento estratégico. Não serve de muito ao ministro da Economia Manuel Pinho chorar pelo preço do petróleo. Isso todos nós sabemos fazer. Só demonstra incompetência e incapacidade. Se recebe salário de ministro, é para tomar medidas, olhar para o futuro e pensar estratégicamente no longo prazo.

E o mundo será certamente mais limpo. É motivo para dizer: obrigado mercado...

 

 

 

 

Entre vacas e castelos

Após um interregno de 2 meses nas minhas viagens, lá fui eu 5 dias até à Irlanda. Um carro, um voltante à direita e siga para as rotundas sempre pela esquerda. Complicado? Pois foi... E se juntarmos a isto estradas em que mal passa um carro, temos o cenário perfeito para a aventura.

Chegados a Dublin, na República da Irlanda, rumámos a norte, para a Irlanda do Norte, onde dormimos a primeira noite. Após uma breve visita a Belfast, fomos até Derry, e entrámos novamente na República da Irlanda. Sempre com paisagens verdejantes e pejadas de vacas e ovelhas, precorremos durante os dois dias seguintes a costa Oeste, até Cork. Passámos pelas falésias mais altas da Europa e ainda visitámos alguns dos muitos castelos que pulvilham a Irlanda. Pelo meio ficámos a dormir em Killarney, onde havia uma parada Tunning a relembrar o melhor da parolada em Portugal. Os últimos dois dias foram dedicados a Dublin, à Guinness e a sua fábrica.

Uma boa viagem, um destino a visitar... Tirando Dublin onde os preços são fogo, o resto da Ilha e principalmente a Irlanda do Norte está dentro do Orçamento.

 

um dos muitos castelos e fortalezas na Irlanda

uma estrada para carro e meio

os três estarolas

Tinha de passar este ponto...

... e o resultado foi este

Para além de vacas e ovelhas, estes nossos amigos

também povoam a ilha

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