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Aventuras de um português na Alemanha

10 "silly" verdades que se constactam numa semana de verão...

Verdade 1 - Não há mesmo nada melhor que uns dias a apanhar sol na praia.

 

Verdade 2 - Nunca ponham uma hospedeira espanhola a falar inglês num avião: falam sem que ninguem sequer perceba que estão a falar na língua de Shakespear.

 

Verdade 3 - Se até agora conheciamos os autocarros enche chouriços, agora também existem aviões enche chouriços.

 

Verdade 4 - O Aeroporto do Porto é de facto dos melhores da Europa... quiçá de Portugal...

É muito agradável passear dentro de uma estrutura envidraçada e cheia de luz,e ainda por cima ter o prazer de ouvir na zona de embarque um concerto ao vivo de um quarteto de Jazz - lindo...

 

Verdade 5 - O Porto está no meu coração cada vez mais como a cidade mais bonita da Europa e onde efectivamente quero viver muitos anos da minha vida. Apenas falta uma maior oferta cultural, mas isso com o tempo vai lá.

 

Verdade 6 - Os políticos portugueses bem podem dizer que Portugal, embora tenha os salários mais baixos da Europa, também tem dos custos mais baixos.... MENTIRA. Na Alemanha recebe-se mais do dobro e no entanto vive-se no dia a dia tanto ou ainda mais barato que em Portugal.

 

Verdade 7 - O FCP é o melhor e maior (em classe e prestígio) clube português. Basta ver o que os estrangeiros falam sobre o futebol português.

 

Verdade 8 - Os jornais em Portugal são do mais parolo que existe, pois só dão destaque a notícias totalmente secundárias para encher os olhos ao povo.

 

Verdade 9 - Para os políticos portugueses, realmente só existe, Lisboa. De resto, há paisagem e nos últimos tempos também deserto. Por falar em deserto, quando se sobrevoa o centro de Espanha, ás vezes parece que efectivamente estamos no Sahara.

 

Verdade 10 - As empresas têm uma vez por todas que aprender que o seu objectivo e lucro são obtidos satisfazendo as necessidades dos clientes. Nesta semana dei início ao encerrar da minha conta na CGD e também estou a cortar todos os meus laços com a PT (empresas que pensam que os clientes não estão atentos à oferta da concorrência)

É um rato? Então não há problema...

Várias vezes vou a um bar/restaurante bem frequentado perto da minha casa ligar-me à internet, pois tem hot-spot.

Estava eu lá ontem mais uma vez a surfar na net, quando de repente vejo um amiguinho rastejante a passar por debaixo da mesa ao meu lado. Não tinha mais de 10 centímetros, mas dava para ver que hamster nao era. Levantei-me e fui ter com o barman a contar o sucedido. E não é que a reacção do gajo foi: "É um rato? Isso é normal aqui. Sabe, estamos no centro da cidade..." Eu também não me descosi, e resondi. "Não é que eu me importe. Até acho engraçado... Foi só para informar."

E lá voltei eu para o meu lugar, um bocado abananado e o ratinho, esse lá continuou as suas aventuras dentro do restaurante.

Se a ASAE soubesse disto em Portugal...  

Uma ilha em Frankfurt

Chama-se Long Island  Lounge e fica por coincidência ao lado da AICEP em Frankfurt, no último andar (7º) de um parque de estacionamento. Ontem estive lá e por momentos acreditei que estava no Algarve... E bem que me apeteceu atirar-me para dentro das piscinas. E com arranha céus como vista, que mais poderia querer para um serão de quarta-feira?

Este bar/Lounge tem website. Para curiosos aqui fica www.longislandlounge.de

Mind the Gap

Vou começar pelo princípio... Os ingleses efectivamente têm medo de atentados. Passei duas vezes pelo detector de metais, tive de tirar as botas em duas ocasiões e por fim embarcar numa porta exclusiva para alguns voos... Isto tudo na partida.

Agora Londres. Grande cidade, aliás, enorme. Não se descobre o fim. Outro facto. A rede de metro é mais antiga que sei lá e bastante desleixada. Terceiro facto: viver em Londres é fogo... Pagar 40 euros por um jantar não é coisa do outro mundo lá. E eu paguei...

A cidade: grande, cosmopolita e cheia de ferraris e bons carros. As pessoas que lá se encontram são dos mais diversos países e religiões.

Agora os motivos da viagem. Fui ter com o Cunha (amigo de longa data) e voltei a reencontrar a Adelaide e a Andrea (aventura da semana passada). Estivemos lá no fim de semana, a dormir num apartamento mesmo à frente da torre de Londres (mais central era impossível).  Visitámos alguns pontos turísticos, mas não deu tempo para ver nem metade. Andámos bastante pela cidade e estivémos também nos bem conhecidos bairros de Notting Hill, chelsea e no Soho.

Conclusões de Londres: Pessoalmente, e ao contrário de milhões de pessoas em todo o mundo e grande parte das pessoas que conheço, não é cidade que eu gostasse de viver muito tempo. Tem bastante oferta, mas a verdade é que para mim está tudo demasiado afastado. Tem do melhor que pode existir, mas prefiro o meu Porto...

vista da casa onde fiquei, a ver a Tower bidge e a London Tower

os quatro "Amici"

arte na rua

Ainda fiz uma visita de médico no último dia (a caminho do aerporto) à Xana, colega do InovContacto 10, que está em Londres a trabalhar no ICEP. Estive em casa dela, uma casa muito porreira. Foi bom revê-la.

Última impressão: Heathrow. Desiludiu estar no aeroporto mais movimentado da Europa e ser tão condensado, com tectos de 2,5metros em muitas zonas. Precisa de uma remodelação. Dormi lá na última noite, pois tinha vôo ás 6 da manhã e a essa hora só há duas hipóteses de ligação à cidade: autocarro, a demorar 2 horas, ou então taxi, a pagar 40 euros. A decisão foi fácil de tomar.

Foi um fim de semana bem passado com amigos, que valeu bem a pena.

 

uma prenda do Estado

Hoje recebi o meu IRS do ano passado. O "padrinho" Teixeira dos Santos lembrou-se de mim... que simpático que ele é. É pena me ter oferecido apenas parte do dinheiro com que o sustentei durante um ano.

 

Baviera

Três amigos, um carro, um destino... a Baviera. Tive nos últimos dias a ilustre visita da Adelaide e da Andreia, duas grandes amigas do Porto. E lá fomos nós num Fiat fazer mais de 1100km. Roteiro: primeiro dormimos na sexta em Nuremberga e na manhã seguida visitámos a cidade. Esta cidade é famosa pois nela os Nazis fizeram as famosas leis de Nuremberga, que ditou a expulsão dos Judeus e também foi nesta cidade que após a II GM se fizeram os julgamentos dos generais Nazis. Foi totalmente destruída na Guerra. No Sábado rumámos ao Sul, passámos pelos Alpes austríacos e regressámos à Alemanha, ao castelo de Neuschwanstein (uma "quase" maravilha do mundo). Simplesmente lindo...Subimos depois para Munique, onde prenoitámos num hostel. No Domingo fizemos a Romantische Strasse, uma estrada que liga Füssen (na fronteira com a Austria) a Würzburg, uma centena e meia de km a norte. Este caminho está cheio de pequenas vilas medievais. Visitámos durante o caminho Dinkelsbühl e Rothenburg.

O rei e as princesas em Munique

Os Alpes na Austria

O castelo de sonho de Neuschwanstein

vista magnífica de uma das janelas do castelo

Nuremberga

O Danúbio e Nuremberga

A cidade medieval de Dinkelsbühl

Em terra de portugueses

Na última semana resolvemos dar um salto ao Luxemburgo visitar a miss Pimpão. Achavam que era proeza dar a volta ao mundo em 80 dias? Pois bem, eu dei a volta ao Luxemburgo em 2 dias. País pacato, onde se ganha muito e se gasta também muito. A capital do país parece um portugal em miniatura. Cheia de reataurantes e cafés portugueses e também de pessoas nas ruas a falar a língua de Camões. Também não espanta. 30% da força de trabalho desse país é lusa. Será que não deviamos fazer do Luxemburgo uma colónia portuguesa?

eu na cidade do Luxemburgo

A hospitalidade da Sara foi 5 estrelas, e foi um fim de semana bem passado. Quanto à cidade do Luxemburgo, bem, é engraçada, mas não o suficiente para ser uma capital europeia.

No domingo, para acabar o fim de semana em beleza, encontro nas ruas da cidade a TFFEP (Tuna feminina da Faculdade de Economia do Porto), a minha faculdade, a actuar para os turistas e curiosos que passavam na rua. E ainda encontrei um colega de curso. Afinal não é só o Luxemburgo que é pequeno. O mundo também...

Força FEP...

No regresso a casa ainda descobrimos parte da Alemanha profunda. Não é que o quisessemos fazer, mas enganámo-nos no caminho e fomos dar uma grande volta (passámos até pelo café do Barbosa). A sorte é que tinha ao meu lado dois experienciados co-pilotos, que pensavam que o carro conseguia saltar rios.

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